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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Fundação Toyota reforça apoio a projeto de conservação de corais

Entidade recebe uma picape Hilux para monitoramento de áreas de preservação ambiental


A Fundação Toyota do Brasil reforçou seu compromisso de apoio ao projeto Toyota APA Costa dos Corais. O diretor presidente da entidade, Ricardo Bastos, entregou uma picape Hilux 4X4 à organização do projeto durante cerimônia oficial na concessionária Toyolex, em Recife (PE). O veículo será utilizado para apoio logístico para as equipes de monitoramento das áreas de preservação da APA.

O projeto é patrocinado pela Fundação Toyota do Brasil, operacionalizado pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), com apoio da SOS Mata Atlântica. As entidades desenvolvem ações de conservação em uma área que abrange 65 quilômetros de costa entre os municípios de Tamandaré (PE) e Porto de Pedras (AL).


Sobre o projeto Toyota APA Costa dos Corais – O projeto Toyota APA Costa dos Corais visa a conservação dos recifes de corais, proteção das áreas de manguezais e a preservação do habitat e dos ecossistemas associados ao peixe-boi-marinho – mamífero aquático mais ameaçado do Brasil.

Desde o primeiro ano de atividades, foram investidos na região equipamentos, veículos motorizados, melhorias na infraestrutura e capacitação técnica, além da garantia de continuidade das atividades pelos próximos 10 anos, por meio da criação de um fundo de perpetuidade.

Criada em abril de 2009, a Fundação Toyota do Brasil tem suas atividades focadas na preservação ambiental e formação de cidadãos. Além das novas iniciativas surgidas com a sua constituição, a Fundação Toyota do Brasil unificou e ampliou todas as ações de responsabilidade social já em andamento, que estavam sob a responsabilidade da montadora Toyota do Brasil.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Governo pode aumentar tolerância ao monóxido de carbono na inspeção veicular

O Ministério do Meio Ambiente quer aumentar a tolerância na emissão de CO --monóxido de carbono-- para veículos seminovos. O parecer da pasta a favor da mudança é decorrente de uma provocação da indústria automobilística sobre uma distorção na inspeção veicular de carros fabricados desde 2006. Em alguns casos, exige-se na fiscalização um limite mais rígido do que o considerado na fabricação.

Na prática, a decisão poderá colocar em xeque vistorias realizadas neste ano em carros seminovos em São Paulo, --onde motoristas reprovados vinham se queixando, como já publicou o jornal A Folha de S. Paulo. A mudança no limite de emissão de poluentes, no entanto, ainda precisa ser analisada pelo Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente). Não há previsão de quando isso poderá ocorrer.

A proposta do ministério, revelada pelo site da revista "Auto Esporte", é alterar de 0,3% para 0,5% a emissão máxima de monóxido de carbono em marcha lenta para os veículos gasolina e flex fabricados a partir de 2006, conforme reivindicou a Anfavea (Associação Brasileira de Veículos Automotores).

O Conama havia passado critérios diferentes para os carros em duas resoluções. Em 2002, ele aceitou que os veículos pudessem sair de fábrica com um limite de até 0,5% de emissão de CO. Em 2009, porém, ao dar parâmetros da inspeção veicular, ele fixou 0,3% (para fabricados a partir de 2006).

Defensores desse limite alegaram que as montadoras, na prática, já vinham adotando índices inferiores. O problema é que os carros puderam ser fabricados nos três anos anteriores passando por testes de homologação com exigência de 0,5%.

A Folha apurou que a mudança é motivo de preocupação na Prefeitura de São Paulo porque, se for confirmada, abre margem para que inspeções realizadas neste ano e que reprovaram veículos seminovos sejam revistas --e os valores pagos, devolvidos. Essa revisão, porém, deverá atingir somente os que foram reprovados com emissão de CO entre 0,3% e 0,5%.

A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo diz que a inspeção segue critérios do Conama. Em junho, 20,9% dos veículos analisados foram reprovados. A taxa de inspeção é de R$ 56,44. O mesmo parecer do ministério poderá afetar as motos ano 2009. A pasta defendeu a "discussão" sobre os limites para esses veículos a pedido da Abraciclo (associação dos fabricantes).

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Inspeção veicular: só para carros ´novos`?


Acabei de fazer a inspeção veicular obrigatório no meu Honda Fit 2008, comprado em novembro. Foi tudo rápido e fácil, embora o agendamento tenha sido um pouco concorrido demais. Acabei indo no posto da Av. Eng. Billings, lá no Jaguaré, embora more no Brooklin.

Tudo muito limpinho e relativamente rápido. Tirando o deslocamento, a inspeção em si, incluindo a espera na fila, demorou no máximo 30 minutos. Como era esperado, meu carro foi aprovado e ganhou um selinho no para-brisa.

O curioso --e polemico-- é o fato de que apenas os carros mais novos são obrigados a passar pelo processo. Desfilaram ao meu lado carrões de todos os tipos, a maioria tinindo de novo. E a inspeção resumiu-se ao controle de emissões. Ninguém avaliou suspensões, vazamentos ou pneus. E na volta, via marginal Pinheiros, não houve como não notar um sem-número de Kombis, Fuscas, Opalas, Brasilias, Corceis e uma infinidade de caminhões, todos lentos e fumacentos.

Impressionante como tem carro velho andando nas ruas. E mais impressionante ainda o estado geral dessas tralhas, caindo aos pedaços, soltando fumaça (mas fumaça messsmo!!) e, claro, segurando o trânsito. Esses veículos, sim, é que deveriam ser obrigados a passar por uma vistoria, não apenas de emissões mas também de itens de segurança como amortecedores, pneus, freios e sistema elétrico.

É ridículo observar tantos carros novos sendo ´verificados` e tantos veículos velhos, mas muito velhos messssmo, rodando à vontade pelas ruas e avenidas de São Paulo.