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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Novo Ford Ka chega em meados de 2014, com quatro portas

Nova geração do compacto será comercializada no Brasil com motores 1.0 e 1.5, e na Índia com motores 1.2 e 1.5 litro.


A Ford apresentou ontem na Bahia a nova geração do compacto Ka, que será comercializado no Brasil a partir do início do próximo ano. O novo modelo terá carroceria com quatro portas, o que o torna concorrente direto do Chevrolet Onix, Hyundai HB20, Fiat Palio, Volkswagen Gol entre outros, que já estão no mercado.

Projetado e produzido sob a ótica estética global da  marca, o novo Ka compartilha a mesma plataforma do New Fiesta e do novo EcoSport, e será fabricado na mesma linha de montagem do EcoSport, em Camaçari, na Bahia.



O modelo vai oferecer duas motorizações: um inédito 1.0 de três cilindros e doze válvulas, com 80ccv, e 1.5 litro de 111 cv, já utilizado nos New Fiesta. Todas as versões utilizarão exclusivamente câmbio manual de cinco marchas.

Segundo a montadora, o novo Ka é o segundo modelo global desenvolvido pela engenharia da Ford brasileira no Centro de Desenvolvimento do Produto e Design da Ford em Camaçari, Ba, onde trabalham cerca de 1.300 engenheiros, técnicos e designers. (Ricardo Panessa)

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

BMW apresenta esportivo M6 Gran Coupé, agora com quatro portas

Com duas portas adicionais e novos equipamentos da linha M, modelo ficou mais confortável e com melhor desempenho; preço sugerido é R$ 580 mil


A BMW apresenta no Brasil o novo BMW M6 Gran Coupé. O modelo chega para complementar a Série 6 e tem como principal característica a alta performance, evidenciada pelo motor 4.4 V8 de 560 cv, além de equipamentos da linha M, divisão esportiva da marca. O BMW M6 Gran Coupé está disponível no mercado nacional por R$ 580 mil.

Com perfil levemente rebaixado, o veículo traz um capô extenso, grande distância entre eixos e linhas alongadas nas laterais. Componentes da linha M dão um toque exclusivo, incluindo a grade frontal cromada com aletas duplas, indicadores laterais e rodas de liga leve Double Spoke aro 20”, com pneus 265/35 na dianteira e 295/30 na traseira.



Também são destaques na parte externa o para-choque dianteiro com grandes entradas de ar, faróis de LED e lanternas traseiras com desenho alongado, envolvendo as laterais do coupé.

No interior, o modelo utiliza materiais de altíssima qualidade e refinamento, design sofisticado e acabamento impecável. O BMW M6 Gran Coupé traz revestimento de couro nos assentos e detalhes em black piano no painel. Dentro do conceito 4+1 lugares, oferece excelente espaço interno para os passageiros que viajam no banco traseiro. O porta-malas tem capacidade para 460 litros, com possibilidade de ampliação para 1.265 litros, ao rebaixar os encostos do assento.

O sistema multimídia é composto por áudio da Bang & Olufsen com 16 alto-falantes de 1.200 W; pacote de conectividade completo, com internet, BMW Apps, BMW Live, USB, Bluetooth Audio Streaming e interface para smartphone; e navegador profissional 3D com tela de 10,25”. Para o motorista, ainda estão disponíveis recursos de última geração que incluem Head-Up Display colorido, uma novidade da BMW, Night Vision, que reconhece pedestres a uma distância de 300 m por meio de sensor infravermelho, e câmera top view, para auxílio em manobras.

Segundo a montadora, com o motor BMW M TwinPower Turbo 4.4 V8 de 560 cv, associado ao câmbio automático de sete marchas e tração traseira, o M6 Gran Coupé acelera de 0 a 100 km/h em apenas 4,2 segundos e atinge velocidade máxima de 305 km/h.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Nissan prepara lançamento do sedã Altima no Brasil

Sedã grande, que estreia em novembro no mercado brasileiro, foi lançado em 1992, nos Estados Unidos, onde é o modelo mais vendido da marca japonesa.


A Nissan está preparando o lançamento da mais recente geração do seu sedã Altima. O modelo, próximo lançamento da Nissan no Brasil, é novo para os brasileiros, mas traz na bagagem uma carreira de 20 anos de sucesso. Lançado em 1992 nos Estados Unidos, o Altima, que está em sua quinta geração, é um dos modelos mais vendidos da marca em todo o mundo.

O nome Altima surgiu originalmente como uma das versões de acabamento do Laurel, sedã vendido pela Nissan na América Central e Caribe nos anos 1980. A marca decidiu adotar a denominação no novo modelo que chegaria ao mercado norte-americano em 1992 como modelo 1993, substituindo o Stanza, outro três volumes que havia saído de linha meses antes.



Os primeiros Altima foram produzidos na fábrica de Smyrna, Tennessee, a mesma que produz a nova geração que será trazida para o Brasil. A partir de junho de 2004, a planta da Nissan em Canton, Mississipi, reforçou a produção do sedã para atender à alta demanda do mercado norte-americano.

Em 1994, o Altima ganhou tom mais escuro nas guarnições de madeira, airbag de passageiro e cintos de segurança regular. Um ano depois passou a contar com uma nova grade, novas lanternas traseiras e um spoiler com luz de freio vermelho em LED para a versão SE. Em 1997, o GXE ganhou o novo pacote “Limited Edition", que incluía rodas de liga leve, chave keyless, alarme, tapetes e o logotipo da versão na porta dianteira. A maioria dos modelos Altima neste último ano de produção da primeira geração foi apelidada de “1997,5” por conta da adição de barras de proteção lateral, que foi necessária para atender às novas leis de impacto daquele ano nos Estados Unidos.



segunda-feira, 16 de agosto de 2010

New Fiesta será lançado amanhã nos Estados Unidos




Dezenas de jornalistas brasileiros e de outros países da América do Sul estão em Detroit, nos Estados Unidos, a convite da Ford, para serem apresentados nesta terça-feira 17, ao mais importante lançamento da empresa em 2010 – o New Fiesta.

A imprensa sul-americana será recebida pela diretoria da Ford Brasil e Mundial, em Dearborn, sede mundial da empresa e logo será convidada para os tradicionais testes de avaliação do modelo. Produzido na unidade industrial da empresa em Cuautitlan, no México, o carro começou a ser exportado para o mercado norte-americano e chegará às revendas da marca no Brasil até o final deste mês, segundo a Ford, enquadrado num segmento superior, sedan “premium”, na faixa de 50 mil reais. Dessa forma, afirma a montadora, o lançamento não entrará em conflito com o Fiesta 2011, produzido na Bahia, que continuará sendo vendido, agora, com o nome de Fiesta Rocam, em alusão ao motor que o equipa.

Tudo indica que, a partir de 2012, o New Fiesta também será produzido na unidade de Camaçari o que dará um ganho de economia de custos na exportação do motor Sigma, produzido em Taubaté, que equipa o novo veículo mexicano e na importação do carro completo.

Os principais detalhes do New Fiesta, versão SE, além do moderno design e conforto interno são o ar-condicionado, direção com comando elétrico, câmbio manual de 5 velocidades, faróis espichados, para-brisa bem inclinado, rodas de liga aro 15, computador de bordo, alarme e rádio CD player com porta auxiliar, tudo de linha. O modelo “top”, 5.000 reais mais caro, vem equipado com bancos de couro e sete air-bags, um deles para o joelho do motorista.




O motor do New Fiesta é da família Sigma, produzido na fábrica da empresa em Taubaté/SP (recém-lançado no Brasil) com 1.6 cc de cilindrada, 16 válvulas, para ser utilizado com gasolina ou etanol, o mesmo do atual Focus. Utilizando etanol como combustível chega aos 115 cv de potência. A capacidade do porta-malas é de 440 litros.

A produção do Fiesta no Brasil teve início em 2002, em Camaçari/BA, e em julho de 2010, a marca comemorou uma produção acumulada da ordem de 1 milhão de unidades.

Modelo está no mercado há mais de 30 anos
Lançado na Europa em 1976, o Fiesta foi o primeiro carro da Ford com motor transversal e tração dianteira. A segunda geração foi lançada em 1983. A terceira geração marcou o início das vendas do modelo no Brasil, em 1995, importado da Espanha.

Em 2002, começou a produção do Novo Fiesta, a quinta geração do produto, na fábrica de Camaçari. Em 2004, a linha foi ampliada com o lançamento simultâneo da nova versão Sedan e do motor 1.6 Flex. No ano seguinte, foram introduzidos os kits de personalização Trail e ST.

Em 2006, passou a oferecer o motor 1.0 Flex. Em 2008, a linha foi reestilizada e ganhou novos equipamentos. Em 2010, renovou o design e o conteúdo com a chegada da linha 2011.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Citroën C3 Aircross começa a ser produzido no Brasil


A Citroën iniciou a produção do C3 Aircross no Brasil, modelo que será lançado no mercado no início de setembro, provavelmente junto com o Salão do Automóvel de São Paulo. Produzido na fábrica de Grupo PSA, Peugeot-Citroën, em Porto Real, região sul do Estado do Rio de Janeiro, o AIRCROSS chega com vocação aventureira, de olho no segmento dos veículos 4x2 pilchados para rodar no asfalto e na terra, com conforto e certo luxo; segundo a citroën, o segmento dos SUV Compacto Premium. Ou seja, aventureiro, sim. Mas bem arrumadinho.

Além do mercado interno, o Citroën AIRCROSS produzido no Brasil abastecerá os mercados de países como Argentina, Uruguai, Paraguai, Colômbia, Costa Rica e outros a serem definidos.

Todas as unidades desse modelo produzidas no Brasil, incluindo as versões para exportação, serão equipadas com motor 1.6 16V Flex, produzidos na fábrica de motores do mesmo complexo industrial. Com 1.597 cm³, este motor disponibiliza 110 cv de potência quando utilizado com gasolina e 113 cv quando utilizado com álcool, sempre a 5.800 rpm. O torque máximo de 142 Nm chega a 4.000 rpm utilizando gasolina, e 155 Nm, a 4.500 rpm, com álcool.


O Citroën AIRCROSS chega ao Brasil com a missão de incrementar em 1% a participação de mercado da marca, hoje estabilizada em torno de 2,5%. Esse modelo deverá representar cerca de 2.500 unidades mensais a mais nas projeções da Citroën para o último trimestre, que vai ampliar a presença da marca no Brasil para algo em torno de 3,5%. A Citroën comercializou 36.246 unidades no primeiro semestre, cerca de 24% a mais do volume alcançado no ano passado nesse mesmo períoco. Agora a marca espera superar a barreira de 85 mil unidades no Brasil, crescendo cerca de 24% sobre as 69.302 unidades vendidas em 2009.



segunda-feira, 5 de julho de 2010

Novo SpaceFox tem preços a partir de R$ 48.790




Station está disponível em duas versões, ambas com
motor 1.6, e transmissão automatizada ASG opcional


A Volkswagen apresentou mês passado em Curitiba, PR, a linha renovada da station wagon SpaceFox, que chega ao mercado em duas versões, poucas alterações visuais e um recheado pacote de recursos tecnológicos. A versão de entrada, chamada simplesmente SpaceFox 1.6, tem preço sugerido de R$ 48.790 --R$ 1.569 mais barata do que a versão mais simples do modelo comercializada atualmente--; seguida pela 1.6 I-Motion --equipada com câmbio automatizado ASG-- por R$ 51.469; pela SpaceFox Sportline, por R$ 55.190; e pela Sportline I-Motion, por R$ 57.860.

Entre as poucas novidades a nova geração da SpaceFox destaca as alterações do design externo que, como já ocorreu com o Novo Fox e o Novo CrossFox, segue o novo DNA mundial de estilo da marca VW: novo design da grade dianteira, que ganhou filetes cromados; traseira inspirada nas linhas do Touareg, com novas lanternas traseiras identificadas com o padrão mundial da marca, e pára-choque totalmente novo, com elemento horizontal e retrorrefletores (olhos de gato) integrados. Além disso, é novidade também a incorporação de sinalizadores de direção (pisca-pisca) aos retrovisores externos, presente em todas as versões.

Internamente o modelo também incorporou melhorias, sempre baseado no conceito que caracteriza essa categoria de veículo, de amplo espaço interno e flexibilidade de uso. As duas versões do novo SpaceFox, tanto com câmbio manual quanto com câmbio automatizado I-Motion, oferecem banco do motorista com regulagem milimétrica de altura, com porta-objetos (17 no total) na parte inferior, bolsas porta-revistas nos encostos dos bancos e tratamento especial nas peças aplicadas, que receberam bem-dosadas aplicações de detalhes cromados. O quadro de instrumentos foi desenvolvido com display em LCD, com mostradores duplos de quatro agulhas e iluminação azul.

Quase completa, de série
A nova SpaceFox oferece um atraente pacote de benefícios tecnológicos, muitos deles disponíveis de série já a partir da versão de entrada. Direção hidráulica, ar-condicionado, limpador/desembaçador do vidro traseiro, regulagem milimétrica do banco do motorista, redes nas laterais do porta-malas, banco traseiro com ajuste longitudinal, travamento central, trio elétrico, entre outros, estão presentes desde a versão de entrada.

A versão Sportline, oferece ainda computador de bordo com 7 funções, sensor de chuva e sensor crepuscular, airbag duplo, e freios com ABS, entre outros itens. As duas versões podem ser equipadas com a transmissão automatizada ASG, que possibilita trocas automáticas como os câmbios automáticos tradicionais, ou o comando manual sem pedal de embreagem. Segundo Luiz Veiga, gerente executivo de Design da Volkswagen do Brasil, a nova geração da SpaceFox "tem coisas que não se vê, mas que estão presentes de forma ativa". Como exemplo o executivo cita o material utilizado no painel que, além da textura visualmente agradável, recebe uma microtextura com o objetivo de eliminar o brilho e dar acabamento mais requintado à peça.


O banco traseiro corrediço, já presente nas versões anteriores do modelo e um dos itens mais apreciados pelos usuários, é item de série em qualquer versão. Ele possibilita aumentar o espaço do porta-malas de forma milimétrica de 430 litros para 527 litros, com os bancos em posição normal. Com os bancos rebatidos, a capacidade de carga aumenta para 1.385 litros.

Motorização consagrada
Assim como vários outros modelos VW fabricados no Brasil, a nova SpaceFox utiliza o consagrado motor 1.6 VHT Total Flex, que disponibiliza até 104 cv de potência a 5.250 rpm (com álcool) e 153 Nm de torque (a 2.500 rpm). Segundo a fábrica, com esse propulsor a SpaceFox acelera de 0 a 100 km/h em 11,1 segundos e atinge velocidade máxima de 181 km/h, abastecido com etanol e utilizando o câmbio manual normal.

Segundo a montadora, a transmissão automatizada I-Motion não prejudica o desempenho do veículo nas acelerações nem eleva o gasto de combustível, como ocorre com transmissões que utilizam conversor de torque.


O novo SpaceFox dispõe de quatro opções de acabamento interno. Na versão 1.6 os detalhes são na cor cinza com a forração dos bancos podendo variar entre a combinação de malharia Titan e tear Ametista, de tons mais frios, com a malharia Latte Machiatto com tear Diamante, mais quente. A 1.6 Sportline tem detalhes internos em cinza e bancos em tecidos Grafite Machiatto e malharia Loop Titan. Esta versão pode receber bancos revestidos em couro e vinil, opcionalmente.

O carro vem ainda com preparação para instalação de som em todas as versões. Essa preparação inclui antena, quatro alto-falantes e dois tweeters, oferecendo módulos opcionais de equipamento de som, como o Módulo Rádio, com rádio com conexão Bluetooth para telefone celular, com entradas USB e SD Card, e o Módulo CD Player, com CD Player MP3, conexão Bluetooth e entradas para USB, SD Card e iPod.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Agile é o nome do próximo modelo Chevrolet para o Mercosul

Carro-conceito GPiX, base para o novo Agile

Agile, este será o nome do novo modelo da Chevrolet, a ser lançado no último trimestre de 2009. Totalmente novo, o Agile, que é o lançamento mais aguardado deste ano e o primeiro da nova família Viva, terá como diferenciais o design, espaço interno, conforto, tecnologia e comodidade para os ocupantes.

Em meados de 2006, quando o departamento de Marketing da Chevrolet identificou a necessidade de ampliar sua gama de compactos com um novo veículo, os departamentos de Design e Engenharia da General Motors do Brasil iniciaram sua busca por novos conceitos. O primeiro sketch já foi apresentado no mesmo ano. Ainda distante do produto final, teve sua evolução mais significativa com a realização do crossover cupê GPiX (G de Global e PiX, de Picture, ou Imagem Global de um modelo criado para a marca), carro-conceito da Chevrolet apresentado durante a 25º edição do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, em Outubro de 2008.

Totalmente desenvolvido no Brasil pelo Centro de Design da General Motors da Divisão LAAM (que engloba as regiões da América Latina, Africa e Oriente Médio), o carro-conceito serviu de inspiração para o primeiro modelo da família Viva.

A partir de uma arquitetura, destinada, inicialmente, a mercados emergentes, como Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, o Agile, primeiro produto da família Viva será um hatchback 100% desenvolvido pela Engenharia, Design e Powertrain brasileiros em seu Centro de Desenvolvimento de Veículos da Divisão, em São Caetano do Sul, e no Campo de Provas da Cruz Alta, em Indaiatuba, ambos em São Paulo.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Monovolume Nissan Livina chega ao mercado com preços a partir de R$ 46.690,00

Novo modelo, que chega às 68 concessionárias da marca ainda este mês com duas opções de motorização e quatro versões de acabamento, marca estréia da montadora no segmento de veículos monovolumes no Brasil


A Nissan do Brasil acaba de apresentar à mídia especializada o seu mais novo produto, o monovolume Nissan Livina, primeiro carro flex fuel produzido nacionalmente pela montadora. Sucesso de vendas em países emergentes como China, Indonésia, Vietnan, Taiwan, África do Sul, Malásia e Filipinas, onde já foram produzidas e comercializadas mais de 100 mil unidades, o Livina chega ao mercado nacional com preços entre R$ R$ 46.690,00 (versão de entrada 1.6L com câmbio manual) e R$ 56.690,00 (versão top 1.8 SL com câmbio automático).
Projetado para valorizar o espaço e conforto interno para toda a família, o Livina é, segundo a montadora, o monovolume com o motor mais potente da categoria e o mais espaçoso internamente. Disponível nas versões 1.6L e 1.6 SL (R$ 51.490,00) com câmbio manual, e 1.8L (R$ 50.690,00) e 1.8SL com câmbio automático, o Livina terá como concorrentes diretos o Honda New Fit, o Chevrolet Meriva, o VW SpaceFox e o Fiat Idea. Juntos, esses modelos representaram 14% das vendas de veículos compactos, com 254.218 unidades vendidas em 2008. A previsão da Nissan é comercializar 7.200 unidades do Livina até o final deste ano, com média de 800 veículos por mês.
Para fazer frente aos concorrentes, o Livina, primeiro modelo da família que conta ainda com o Grand Livina (que deverá chegar ao Brasil no segundo semestre deste ano) e o Livina ´aventureiro` X-Gear (sem data de lançamento no País), oferece uma extensa lista de acessórios de conforto e segurança, além do maior espaço para bagagens: 449 litros de capacidade com o banco traseiro em posição normal e 769 litros com o banco traseiro rebatido. O modelo tem capacidade para transportar até 461 kg de carga.
Desde a versão de entrada 1.6L, a mais acessível, o Livina vem equipado com direção assistida eletricamente; travas, vidros e retrovisores elétricos; ar-condicionado e airbag para o motorista. Já as versões top de linha contam com rodas de liga leve de aro 15; freios com ABS (sistema antitravamento), EBD (distribuição eletrônica da força de frenagem) e BA (sistema de segurança que aplica toda a força de frenagem quando os sensores detectam que o pedal de freio foi acionado abruptamente); faróis de neblina dianteiros, travamento automático das portas com sensor de velocidade; travamento e destravamento das portas por controle remoto; alarme e airbag para motorista e passageiro da frente.
Concebido para ser um carro mundial e primeiro modelo de passeio da Nissan produzido no Brasil (o índice de nacionalização chega a 70%), o Livina será o veículo mais acessível da Nissan à venda em nosso mercado. Além dos preços competitivos, o monovolume oferece três anos de garantia e faixa básica de seguro por volta de R$ 1.000,00. O mix de vendas previsto pela montadora é de 35% para a versão de entrada 1.6L, 25% para a vesão 1.8L e 20% para as duas outras versões. Além disso, a Nissan anuncia para breve uma série de acessórios exclusivos e específicos para o modelo, oferecendo ao proprietário condições de customizar o veículo de acordo com suas necessidades.

sábado, 21 de março de 2009

Novo Renault Symbol substitui Clio Sedan




A Renault do Brasil lançou esta semana em Curitiba, PR, o sedan compacto ´Premium` Symbol, posicionado entre o sedan de entrada Logan e o sedan de luxo Megane. Montado na Argentina com motor brasileiro e câmbio chileno, o Symbol estará disponível no mercado nacional a partir deste mês e brevemente também na Colômbia, México, Chile, Uruguai, Peru e Paraguai. Com mais esse lançamento, a empresa cumpre o último passo do `Renault Mercosul Contrato 2009`, plano estratégico que previu --e cumpriu-- o objetivo de lançar seis novos modelos no Brasil em três anos.





Equipado com motor de 1.6 litro, 16V, Hi-Flex, com 115 cv de potência (com álcool), o modelo oferece três anos de garantia, maior porta-malas do segmento (506 lts) e extensa lista de itens de série. Disponível nas versões Expression (R$ 41.190,00) e Privilége (R$ 44.490,00), ambas ano/modelo 2009/2010, o Symbol vai enfrentar concorrentes de peso, como o Fiat Siena, Ford Fiesta Sedan, Peugeot 207 Passion, VW Polo Sedan e Chevrolet Corsa Sedan.

O novo Renault Symbol oferece como itens de série em ambas as versões ar-condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos dianteiros, sistema de airbags duplos para motorista e passageiro, volante e banco do motorista com regulagem de altura, sistema CAR de travamento automático das portas quando o carro atinge 6 km/h, brake light, bolsas na parte de trás dos bancos dianteiros, alarme perimétrico e desembaçador do vidro traseiro. Freios com sistema ABS são opcionais nas duas versões.

A versão topo de linha Privilége tem sistema de ar-condicionado digital, computador de bordo, retrovisor externo com regulagem elétrica, banco com revestimento em veludo, faróis de neblina, rodas de liga leve de 15 polegadas e pneus 185/55. Segundo Cássio Pagliarini, diretor de Marketing da Renault do Brasil, os itens de série e a garantia de três anos, única no mercado para veículos desse segmento, são fatores importantes e indispensáveis para garantir o sucesso de vendas do modelo. "o segmento dos sedans compactos é um dos que mais crescem no País, representando hoje quase 17% do mercado nacional", afirma.

Com volume recorde de 115 mil veículos comercializados em 2008, a Renault do Brasil projeta vendas de cerca de 700 unidades do Symbol mensalmente, o que é uma projeção bastante modesta em relação aos seus concorrentes diretos. "Embora a Renault do Brasil tenha crescido acima da média do mercado como um todo, em tempos de crise preferimos fazer previsões mais cuidadosas e modestas para não termos surpresas desagradáveis no futuro; mas temos certeza que nosso novo produto será um sucesso de mercado, como os outros modelos Renault atualmente em linha", enfatiza Jean-Michel Jalinier, novo presidente e diretor geral da Renault para a região do Mercosul.

Citroën complementa linha C4 no Brasil com lançamento da versão Hatch

Aos 90 anos de existência, a Citroën apresenta no Brasil uma nova versão da linha C4, sua nova campanha mundial de renovação da marca e o novo Diretor Geral da subsidiária brasileira, Ivan Segal.

Ao mesmo tempo que se reinventa através de uma nova campanha mundial, a Citroën complementa a linha C4 no Brasil com o lançamento da versão hatch do modelo. Disponível em duas configurações de acabamento –GLX e Exclusive--, e duas motorizações –1.6 16V Flex e 2.0 16V Flex--, o C4 (sim, a Citroën faz questão de frisar que a nova versão se chama apenas C4 e não C4 Hatch) tem preços sugeridos de R$ 53.800 a R$ 75.500.

O modelo, que oferece o mesmo padrão de acabamento e design interno do C4 Pallas (sedan), completa a linha formada também pelo C4 VTR (hatch ´apimentado` de apenas duas portas), C4 Picasso e Grand C4 Picasso.



Segundo Domingos Boragina Neto, diretor Comercial da Citroën, a montadora espera comercializar cerca de mil unidades por mês da nova versão do C4. “O segmento M1 Hatch, do qual faz parte o C4, apresentou aumento de 21,15% em 2008, ou 7% acima da média de mercado de outros segmentos, o que demonstra o grande potencial de vendas do modelo”, argumenta Boragina. Seus principais concorrentes são o Ford Focus, Peugeot 307, Fiat Stilo, Nissan Tiida e Chevrolet Astra, entre outros.

Para enfrentar essa concorrência, a Citroën disponibiliza cinco pacotes de equipamentos para o C4, que vai desde a versão básica, 1.6 16V GLX com câmbio manual, a mais barata, até a 2.0 16V Exclusive Automático com Pack Tecnologique, a mais cara, ambas Flex. O teste-drive de apresentação à imprensa, de pouco mais de 160 km, permitiu constatar os principais atributos de ambas as versões, a começar pelo alto nível de acabamento interno (mesmo na versão 1.6), conforto e habitabilidade e baixíssimo nível de ruído, tanto do motor quanto de rodagem.

Sensação de bem-estar
Não foi por acaso que a Citroën optou em oferecer o C4 com motor 1.6 exclusivamente na versão de acabamento GLX. Mesmo sendo a opção de entrada, o modelo já sai de fábrica com uma extensa lista de itens de série, que inclui, entre outros, freios a disco nas quatro rodas com sofisticados sistemas de controle de frenagem (ABS), de tração (ESP) e de auxílio em frenagens de emergência (AFU); rodas de liga leve; rádio CD Player com MP3 e controle no volante; computador de bordo; porta-luvas refrigerado; airbags frontais e banco do motorista com regulagem de altura e lombar.

Silencioso e com acabamento primoroso, a sensação ao volante é de estar rodando com um carro de categoria superior. O motor de 1.6 litro e 113 cv de potência e torque máximo (155 Nm) a 4.000 rpm (com álcool), é eficiente nas arrancadas e retomadas de velocidade. Segundo a fábrica, o diferencial foi reduzido em 15% em relação às versões européias, para melhorar o desempenho nas saídas e se adaptar melhor ao ´jeito brasileiro` de conduzir. A Citroën prevê a venda de 60% do mix nessa versão.

Custando R$ 21.700 a mais do que a versão de entrada GLX, a ´top` de linha 2.0 Exclusive com Pack Tecnologique oferece uma lista ainda maior e mais completa de itens de conforto e segurança. Além dos confortáveis bancos revestidos em couro e do câmbio automático sequencial, esta versão vem equipada com dois airbags laterais e dois airbags do tipo cortina; detector de obstáculo dianteiro e traseiro; sistema Bluetooth com comando no volante; ar condicionado digital com regulagem independente; faróis de xenônio direcionais; banco do motorista com quatro estágios de regulagem elétrica; e retrovisores externos rebatíveis eletricamente, entre outros.

Ao volante, à mesma sensação de conforto e bem-estar da versão GLX vem somar-se as respostas vigorosas do motor 2.0 16V, que entrega 151 cv de potência e 212 Nm de torque (com álcool) que, segundo a montadora, disponibiliza 85% do torque máximo já a partir das 2.000 rpm. Devidamente adaptado às vias brasileiras, o C4 tupiniquim é 10 mm mais alto do que o europeu e tem configurações de amortecimento especialmente projetadas para enfrentar os buracos, valetas e lombadas, comuns nos caminhos brasileiros.

Visual imponente
Á primeira vista, o C4 parece um automóvel de maior porte. Com o melhor Cx (coeficiente de penetração aerodinâmica) da categoria –0,29--, o carro chama a atenção pelas linhas fluídas. Na frente, é o pára-brisa acentuadamente inclinado prolongando o desenho do capô a característica mais marcante.

Visto de lado, é a linha de cintura alta e o teto longo com caimento para trás sua marca registrada. E na traseira são as lanternas subindo ao longo do pára-brisa traseiro até o aerofólio no topo do porta-malas a sua característica mais marcante. No conjunto, uma silhueta moderna, robusta, diferenciada e fluída. “Um automóvel que representa os principais valores da marca Citroën: estilo sedutor, tecnologia inovadora e grande bem-estar a bordo”, conclui Nivea Morato, diretora de Marketing da Citroën do Brasil.