![]() |
| Haroldo Nogueira Sa Jr. |
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Rally de Atibaia define campeões brasileiros de Velocidade de 2013
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Mercedes-Benz anuncia nova categoria no automobilismo nacional
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Land Rover lança Defender Challenger, especial para ralis
Red Bull comemora títulos de F1 com ´zerinho` nas nuvens
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Piracicaba inaugura primeiro autódromo do interior paulista

Coincidindo com a chegada de seus 21 anos, o ECPA (Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo) inaugura o primeiro autódromo oficial do interior de São Paulo, no próximo dia 26, das 9 às 17 horas, em evento que contará com a participação de grandes pilotos do automobilismo e apresentação de várias categorias da velocidade no asfalto.
O novo autódromo tem 2,1 mil metros de percurso, com nove curvas e quatro retas. O fluxo dos carros é no sentido horário e sua estrutura aproveita toda a parte pavimentada já existente, como a reta de arrancada e o circuito oval. Assim, os pilotos têm condições ideais para a prática do automobilismo em geral.

O circuito soma à infraestrutura do ECPA, que também comporta kartódromo, ambulatórios, sanitários, restaurantes, bares e estacionamentos, resultando em um dos maiores e mais completos complexos automobilísticos do país, onde, além das competições oficiais, são realizados testes e treinamentos.
A obra do autódromo teve início em 2005, quando a reta principal – onde são realizadas provas de arranca – foi concluída. Dois anos depois, ocorreu a inauguração do circuito semioval. Agora, será concretizada a terceira e conclusiva parte da empreitada. “O circuito tem uma grande vantagem em relação a todos os autódromos que conheço pelo mundo afora: o público pode acompanhar a prova inteira de um único ponto, sem perder um lance sequer”, informa Benedito Gianneti, piloto e proprietário do autódromo.
Referência no cenário esportivo nacional, o ECPA vem passando por constantes reformas de ampliação. “Iniciamos a primeira construção em junho de 1988 e inauguramos a pista de terra em agosto de 1989. Já o processo de asfaltamento teve início em 2000 com a construção do kartódromo”, lembra.
Com essa nova inauguração, o ECPA está preparado para receber qualquer competição. “Com este circuito podemos receber provas das mais diversas modalidades e categorias automobilísticas e motociclísticas”, afirma. “Como Interlagos está fechado para reformas e só reabre após o Grande Prêmio Brasil, estudamos a viabilidade de realizar provas ainda neste ano”, conclui.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Barrichello já teria contrato com Honda, afirma site

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Carros do IRC já estão no Brasil
Peugeot 207 de Nicolas Vouilloz, favorito no BrasilA viagem até o Brasil representa um momento histórico para a categoria, criada em 2006, que ganha um novo continente no calendário estreando na América do Sul. Na primeira temporada, o campeonato passou pela Europa e pela África. No ano seguinte, deu mais um passo importante visitando a Ásia. Com a entrada da prova brasileira na programação, a competição ganha força internacionalmente, aumentando para quatro o número de continentes que recebem o IRC.
A marca torna-se ainda mais expressiva por superar, por exemplo, outro rali de dimensões mundiais da FIA, o WRC, World Rally Championship, que nesta temporada passará por apenas três continentes: Europa, América do Sul (com uma prova na Argentina) e Oceania. De certa forma, uma mostra do crescimento do Intercontinental Rally Challenge. A lista de inscritos, que por enquanto conta com 37 carros, tem nomes de destaque do cenário internacional, como os atuais campeões, os franceses Nicolas Vouilloz e Nicolas Klinger.
Com a presença dos pilotos do IRC, o Rally Internacional de Curitiba, que também é válido pelo Rally Codasur e pelo Campeonato Brasileiro de Rally, terá uma enorme mistura de nacionalidades, com representantes de países como Inglaterra, França, Bélgica, Itália, Finlândia, Argentina, Paraguai, Uruguai e Peru. Além dos brasileiros, é claro, que também terão um representante na classe principal do IRC, a N-4, com o atual vice-campeão nacional, Oswaldo Scheer, e seu navegador Gilson Rocha.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Dakar 2010 permanece na Argentina e Chile
Paulo Pichini e Lourival RoldanFoto: Doni Castilho
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
BMW Alpina B6: mais uma supermáquina para o GT3

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Você sabe o que é aceleração?

O entusiasta em automóveis Juvenal Jorge postou no blog www.autoentusiastas.blogspot.com o texto abaixo definindo, em linguagem coloquial, o que significa mesmo a palavra aceleração. Segundo Juvenal, um Dragster Top Fuel com motor Hemi de 500 polegadas cúbicas tem mais potência do que os carros das quatro primeiras filas dos stock-cars da NASCAR na Daytona500. Um Dragster Top Fuel, categoria máxima dos dragsters da NHRA (National Hot Rod Association) leva apenas 15 centésimos de segundo para os mais de 6000 HP de potência chegarem às rodas traseiras.
Sob aceleração plena, esse motor consome 1,5 galão (5,7 litros) de nitrometano por segundo. Um Boeing 747 carregado consome a mesma quantidade de combustivel mas produz 25% menos energia. Para se ter uma idéia dessa descomunal potência, um motor Dodge Hemi V8 de rua não tem força suficiente para girar nem o compressor de um motor aplicado no dragster Top Fuel. Com 3000CFM (pés cúbicos por minuto) de ar sendo pressurizados girando em última marcha, a mistura de combustível é comprimida quase a estado sólido antes da ignição. Os cilindros trabalham na proximidade do calço hidráulico sob plena aceleração. Na proporção estequiométrica de 1,7:1, a chama da mistura atinge 7050 F (3900°C). O nitrometano queima na cor amarela. A lingua de fogo branca vista na saída dos escapamentos dos Top Fuel, facilmente visíveis quando não há sol, é hidrogênio queimado, dissociado do vapor de água da atmosfera.
Magnetos duplos suprem cada vela de ignição com 44 Ampéres. Essa corrente é a de um arco voltaico de solda. Os eletrodos das velas são totalmente consumidos em uma arrancada apenas. Na metade do caminho, o motor está queimando a mistura por compressão, como um diesel, além do calor das válvulas de exaustão a 1400F (760°C), pois os eletrodos já se acabaram. O motor só pode ser desligado cortando-se o fluxo decombustível. Se a centelha falha momentaneamente no início da aceleração, o nitrometano não queimado se acumula no cilindro afetado, e então explode com uma força capaz de arrancar o cabeçote, ou até dividir o bloco pela metade.
Para conseguir atingir 300 mph (cerca de 483 km/h) em 4,5 segundos, os dragsters aceleram a cerca de 4 G's. Para atingir as 200 mph (320km/h) antes da metade dos 402 metros de pista cronometrada, a aceleração inicial é de 8 G's. Os dragsters chegam a 300 mph antes de você terminar de ler essa sentença. Os motores dos Top Fuel giram aproximadamente 540 vezes, da luz verde ao final do quarto de milha! Incluindo a patinagem da arrancada, o motor dura apenas 900 rotações sob plena carga. A faixa vermelha é bem alta, a 9500 rpm. Se nada explodir, cada arrancada custa US$ 1000,00 por segundo. O atual recorde de tempo é de 4,428 segundos para os 402 metros (12 de novembro de 2006, Tony Schumacher, em Pomona, Califórnia). O recorde de velocidade numa pista de dragster é 336,15 mph (540,98 km/h), medida nos últimos 66 pés (20 metros) da passagem (25 de maio de 2005, Tony Schumacher, em Hebron, Ohio).
Sob outro ponto de vista:
Você está dirigindo um Corvette Z06, modificado pela Lingenfelter, duplo-turbo, de US$ 140.000,00. Uma milha a frente, um dragster TopFuel está pronto para partir, quando você passar. Você tem a vantagem da largada lançada. Você trabalha nas marchas e cruza a linha de largada a honestas 200mph (320 km/h). A luz fica verde para ambos nesse momento. O dragster arranca e vem atrás de você. Seu pé fica colado no fundo, mas você escuta um som brutal aumentando e se aproximando, e dentro de 3 segundos, ele o alcança e ultrapassa. O dragster cruza a linha de chegada na sua frente, apenas 402 metros depois que você o passou. Pense nisso: largando parado, o dragster tirou as 200 mph que você tinha de vantagem, e não apenas o alcançou, mas quase o jogou para fora da pista no momento da ultrapassagem.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Mitsubishi capota na crise e abandona competições off-road

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
O que é, o que é? É o Baja Race Touareg Tdi
Para chegar aqui na América do Sul tinindo, os engenheiros de competição da VW fizeram um teste com o Baja Touareg na dificílima prova off-road mexicana Baja 1000, no final do mês passado. A prova, considerada ´cult` entre os entusiastas off-road norte-americanos, é disputada na região da Baixa Califórnia, num percurso de cerca de 1.000 quilômetros, obviamente (este ano foram exatos 1.013), sobre pisos acentuadamente arenosos e sem paradas obrigatórias. É cada um por si desde a largada.
Pela primeira vez, uma montadora se atreve a participar dessa prova na categoria Trophy com um carro com motorização a diesel. Com a ajuda dos pilotos Mark Miller e Ryan Arciero, a Volksvagen criou esse protótipo de tração traseira (!! imagine, eu pensei que fosse 4x4!!!), com motor V12 de 5.5 litros e 550 cavalos de potência. Segundo a engenharia da VW, a economia de combustível e a eficiência da transmissão ajudam a reduzir o desgaste dos pneus e otimizam a entrega de potência. O tanque de combustível tem a extraordinária capacidade de 246 litros. E quanto ao tamanho, este protótipo é 10% maior do que o Touareg de produção em série, que mede 4,75 metros.
Segundo o responsável pelo departamento de competições da Volkswagen norte-americana, Clark Campbell, o ´teste` no Baja 1000 visa não somente a participação da equipe no Dakar sul-americano, como também uma forma de preparação para a temporada 2009 dos ralis off-road. Para o executivo “se o rali Dakar é a prova off-road mais dura do mundo, o Baja 1000 é a mais incomum”, diz. Realmente, o Baja 1000 se resume em mil quilômetros cronometrados, sem interrupções e através dos terrenos mais exigentes. Os veículos participantes vão desde o VW Beetle até o caminhão Trophy Truck de 800 cv, além das motocicletas e quadriciclos. A logística da prova corre por conta dos próprios participantes e equipes. A organização permite reconhecimento prévio do percurso, determinação de pontos de auxílio mecânico e outros veículos de apoio na própria corrida.
Apesar de a poderosa equipe Volkswagen-Redbull ter participado da prova com apenas um Touareg de corrida, contou com o apoio de outros oito Touareg, equipados ´até os dentes`. Mesmo assim, o veículo oficial VW de número 81, só conseguiu chegar na 13a. posição, de um total de 26 competidores na categoria Trophy Diesel. Resultado não muito animador, mas vale lembrar que dos 347 veículos que participaram da prova, apenas 227 chegaram ao final. domingo, 23 de novembro de 2008
O que é, o que é?
Pense enquanto curte as fotos.... (clique sobre elas para ampliar)
.jpg)

.jpg)
+(550x364).jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)

.jpg)
.jpg)
+(2).jpg)






